Blog
Educação a Distância e o futuro das profissões
Um a cada quatro alunos do Ensino
Superior no Brasil optam pela praticidade da Educação a Distância (EaD). A
modalidade ganha espaço no mercado privado e tende a ser mais do que uma
alternativa de estudos flexíveis e mais barata nos próximos anos.
De acordo com o Instituto Nacional de
Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o número de estudantes
matriculados em um curso a distância aumentou em 17,6% entre 2016 e 2017. A expectativa é que o volume esteja próximo
ao do ensino presencial nos próximos anos.
“O mercado de trabalho está mudando e
exigindo que o profissional esteja voltado ao desenvolvimento de habilidades e
não mais na construção de conhecimento com foco na obtenção do diploma. Os
cursos a distância foram concebidos sob a ótica da praticidade não só na forma
de estudar, mas nas matérias ofertadas”, explica o supervisor comercial da
região sudeste do EAD UNICNEC Danilo Souza.
De acordo com o supervisor, a escolha
das disciplinas que compõem as Graduações a Distância leva em conta as demandas
de mercado para proporcionar mais rapidez na contratação dos formandos. Por
terem um modelo diferenciado de produção de conteúdo, os cursos da modalidades
têm a facilidade de adaptação tempestiva.
“Estamos sempre de olho nas inovações
de cada profissão. Na medida em que o papel do profissional sofre mutações, as
aulas são regravadas, o material é reescritos e ambos são disponibilizados em
tempo ágil para as próximas turmas. Não há risco de defasagem”, pontua Souza.
A familiaridade com o ambiente virtual também
será prerrogativa para os próximos anos. Especialistas apontam que o futuro das
profissões está diretamente ligado ao alto conhecimento da tecnologia como
ferramenta de trabalho, ainda que não seja ligado à atividade fim.
“Nada mais de inserir nos currículos
apenas cursos básicos de editores de textos e planilhas. Quem quiser ter boas
oportunidades terá que compreender os processos inovadores que facilitam o
trabalho e propiciem o aprimoramento de técnicas”, descreveu o presidente do Sindicato
das Indústrias da Informação, Ricardo Caldas em artigo publicado no Portal NBN
Brasil.
Neste contexto, a Educação a Distância
cumpre seu papel de doutrinar os novos profissionais ao hábito de usar as
ferramentas tecnológicas para gerar, adquirir e compartilhar conhecimento, além
de incluir a gestão as informações na rotina de trabalho de forma dinâmica e
sistêmica desde a fase de formação.
Entre as prerrogativas, estão também a
possibilidade de trocar experiências e solicitar apoio aos tutores e colegas em
ambiente virtual, sem abrir mão da garantia de diploma reconhecido e de
qualidade chancelada pelo Ministério da Educação.